Blog

Blog PGBR

 

Para garantir o bom funcionamento e atendimento dos Aeroportos brasileiros, a ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil determina alguns indicadores de qualidade com métricas que devem ser cumpridas pelas concessionárias aeroportuárias.

São exemplos de indicadores de qualidade de serviços: O tempo de espera na fila de inspeção de segurança dos passageiros, o tempo de atendimento aos passageiros com necessidade de atendimento especial (PNAE), procedimentos de resposta à eventos graves, disponibilidade de equipamentos, atendimentos em pontes de embarque e outros, além da pesquisa de satisfação do passageiro.

A importância da Auditoria IQS

Trimestralmente, os aeroportos são obrigados a enviar um relatório de cumprimento de IQSs à ANAC.

A partir de 2017, com a resolução nº 372 e Portarias nº 3.965/SRA alterada pela Portaria nº 449/SRA e nº 3.543/SRA, a ANAC passou a exigir que estes relatórios enviados trimestralmente sejam auditados por um auditor independente registrado no CNAI (Cadastro Nacional dos Auditores Independentes) e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Esta medida visou garantir que os relatórios refletiam a realidade dos aeroportos quanto ao cumprimento dos indicadores de qualidade em consonância com o contrato de concessão aeroportuária.

Desta forma, tanto os passageiros, quanto à agência e, principalmente os próprios aeroportos, são beneficiados com esta auditoria que agrega credibilidade, transparência, valor e recomendações de melhoria constante.

A PGBR atua com Auditoria Independente de Indicadores de Qualidade de Serviços aeroportuários, desde que a ANAC tornou isto uma exigência e se coloca como uma das principais empresas a prestar este serviço com o diferencial de profissionais habilitados e experientes para garantir atendimento de prazo, atualização constante da legislação e normas e parceria na identificação de melhorias de forma independente.

Artigo desenvolvido por:

Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

Cristina Mariano, Gerente de Auditoria de Mídia e Projetos Especiais da PGBR

A auditoria, além de ser, em alguns casos, obrigatória por legislação, norma ou estatuto, é uma ferramenta de gestão muito poderosa.

A auditoria interna, por exemplo, pode detectar os riscos do negócio e fazer um plano de trabalho contínuo para testar se os riscos do negócio estão sendo mitigados.

A auditoria externa, pode auxiliar na tomada de decisões através das melhores práticas contábeis e da sugestão de melhorias no controle interno da entidade.

Para que estudantes, donos de negócios e outros usuários da auditoria possam entender suas aplicações e importância, nossos colaboradores elegeram 5 livros que são fundamentais para quem vai ser auditado, para quem audita e para aqueles que querem conhecer quais os propósitos deste conhecimento e serviço, vejam abaixo a lista de livros, tanto físicos, como em formato de book online.

5 livros que são fundamentais para auditoria

  1. Auditoria Interna – William Attie: Este livro, baseado no conhecimento obtido pelo Autor na implantação de diversas auditorias internas, proporciona visão panorâmica das necessidades atuais da auditoria interna e conhecimentos básicos para a implantação, manutenção e funcionamento do setor de auditoria. Proporciona ainda, aos estudantes do curso de Ciências Contábeis, um parâmetro do que se espera de um moderno auditor interno, bem como visão prática dos requisitos indispensáveis aos profissionais de auditoria interna.
  2. Auditoria das Demonstrações Contábeis – Alexandre Demetrius Pereira: Em uma abordagem contábil e jurídica, o renomado autor Alexandre Demetrius Pereira conjuga conceitos de Contabilidade, Economia e Direito Comercial para oferecer uma visão completa das demonstrações contábeis na auditoria externa. Se você é estudante ou profissional de contabilidade e/ou auditoria, não pode deixar de ler este livro que, com maestria, consegue explicar a importância de integrar os conhecimentos contábeis e jurídicos para dar credibilidade e segurança às informações financeiras das empresas, diminuindo sua vulnerabilidade no mercado.
  3. Auditoria De Processos Organizacionais: teoria, finalidade, metodologia e resultados esperados – Sérgio Vidal dos Santos Dias: A auditoria de processos organizacionais tem como finalidade conhecer os objetivos dos processos e os controles adotados, com o intuito de garantir sua eficácia e avaliar as consequências inerentes. Este é um manual de consulta para profissionais da área de auditoria tanto interna como externa, bem como para gerentes e consultores empresariais. Obra recomendada para programas de treinamento e desenvolvimento profissional. Leitura complementar para cursos de pós-graduação que tenham o foco em auditoria e finanças.
  4. Auditoria do negócio com TI eBook Kindle – Antonio de Loureiro Gil e Carlos Hideo Arima: Nesta obra, os autores apresentam de forma estruturada a função administrativa de auditoria de gestão com a aplicação da tecnologia da informação em uma perspectiva de horizonte “presente/futuro” dos negócios privados e governamentais, no sentido de validar e avaliar a aplicação prática das tecnologias em um modelo sistêmico para gestão e operação das organizações.
  5. Auditoria – Planejamento, Execução e Reporte eBook Kindle – Joshua Onome Imoniana: Com mais de 35 anos de experiência em renomadas empresas como Deloitte, PwC e IBRU, o autor traz neste livro toda a sua bagagem aplicada em metodologias objetivas, didáticas e práticas que ajudam a entender o que há de mais moderno na auditoria e como a sua prática oferece ampla sustentação para os negócios das organizações que estão sempre em busca da melhor maneira de gerenciar suas finanças e recursos que mantenham sua vantagem competitiva. É atualizado de acordo com o novo relatório dos auditores independentes.

A PGBR é conhecida há quase 60 anos por sua atuação em Auditoria Interna e Externa e conta com clientes fidelizados ao longo desta história, pois consegue desenvolver nos seus colaboradores e nas pessoas e empresas impactadas pelos seus serviços a vontade de conhecer mais, debater mais e chegar em soluções baseadas nas melhores práticas e estudos do mercado.

Artigo de Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

Mensurar riscos e oportunidades ajuda na prevenção de crises e problemas, seja com o consumidor final ou outros públicos de interesse da organização. Mas como mensurar forças e fraquezas?

Uma forma é por meio da auditoria que, infelizmente, ainda é vista pelas empresas como custo. É muito importante que essa percepção mude, pois ela é um mecanismo de monitoramento que gera resultados muito positivos. E elenca riscos. E, melhor, oportunidades.

Para que isso possa ser percebido, é preciso criar métricas que possam mensurar os resultados.

Essas métricas podem ser qualitativas ou quantitativas, mas devem ter uma periodicidade de medidas que possibilitem a análise destes dados afim de demonstrar ao comitê executivo interno, aos colaboradores, ao comitê de auditoria e ao mercado que, o monitoramento e as ações delegadas a partir dele, estão sendo tomadas.

Métricas não são um bicho de sete cabeças

Exemplos de métricas qualitativas estão relacionadas à eficácia de tarefas, controles e clima da organização.

Já as métricas quantitativas são os impactos gerados nas demonstrações financeiras, tais como, registros corretos de impostos a recuperar, ou diminuição de custos e até mesmo a economia na identificação de erros e fraudes que possam estar influenciando o fluxo de caixa das empresas.

Portanto, o trabalho de auditoria, seja ele de auditoria interna, auditoria de qualidade ou auditoria externa, deve ser realizado de forma consciente de que os resultados não são meramente o cumprimento de uma exigência legal ou regulatória, ou, um meio de documentar e formalizar processos ou, até mesmo, responder à requisitos de qualidade. Mas, que sim, há um valor agregado que não é subjetivo e sim algo que pode ser mensurado e comprovado.

 Auditoria como aliada para melhoria contínua de processos

Para que sejam criadas essas métricas, é importante que sejam envolvidos no planejamento da auditoria, os gestores de todas as áreas sensíveis da organização, o comitê executivo, o comitê de auditoria e, quando necessário, os próprios auditores independentes, para que, juntos, todos os envolvidos possam enxergar o progresso e criar um histórico mensurável de resultados.

A PGBR é conhecida há quase 60 anos por sua atuação em auditoria interna e externa e conta com clientes fidelizados ao longo dessa história, pois consegue extrair dos executivos, donos de empresa e colaboradores o seu melhor, o sentido de unidade, e a vontade de fazer as coisas evoluírem, inovarem e gerarem bons resultados.

Artigo de Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

Na vida e no mundo dos negócios está muito claro que não conseguimos fazer tudo sozinhos.

As organizações e entidades trabalham em sua expertise e potencialidades e, podem contar com as empresas de consultoria para alavancar seus negócios, rever processos, implantar sistemas, atualizar rotinas de departamento e tantas outras necessidades que a gestão 360 graus requerem.

As consultorias são realizadas por profissionais especializados, o que torna o trabalho de grande valia e que possui um custo considerável para as empresas. Este custo sempre deve ser levado em consideração, mas, se a consultoria trouxer valores agregados ao negócio, os valores contratados podem deixar de ser considerados custos e se transformarem em investimentos.

Logo a sua empresa poderá sentir que está investindo em uma consultoria e não simplesmente perdendo dinheiro.

Veja 4 dicas para o uso eficaz de uma Consultoria Organizacional:

  1. Eleja um Gestor Interno do Projeto: Escolha um profissional interno de seu time, que seja organizado, responsável, dinâmico, criativo, assertivo e que tenha a habilidade de gerenciar projetos e cobrar resultados. Ter um ponto focal de contato entre a empresa de consultoria e sua organização pode facilitar os resultados e garantir cumprimento de prazos;
  2. Brainstorming da Construção de Escopo: Ainda que sua empresa esteja interessada em saber o quanto vai custar o trabalho de consultoria, não seja precipitado na solicitação de proposta. Sente quantas vezes for necessário com os consultores para construir um escopo que atenda por completo as suas necessidades para que o propósito de atuação seja objetivo;
  3. Ataque uma demanda de cada vez por área: Claro que as empresas possuem demandas de melhorias constante e vindas de todas as áreas. No entanto, o seu profissional interno, necessita navegar em mares calmos por um período. Portanto, não adianta contratar uma consultoria de implementação de sistemas, junto com a auditoria externa, a consultoria de recursos humanos e a de certificação de qualidade. Entenda quais são seus prazos, prioridades e planeje-se para atacar as demandas sem sobreposição;
  4. Procure profissionais consultores que sejam experientes, mas, que também sejam criativos, passem segurança e empatia: Pode parecer engraçado dizer, mas, contratar uma consultoria, é como escolher um parceiro de vida, cônjuge ou sócio, deve haver empatia entre as pessoas com a filosofia de sua organização, deve existir uma sensação de confiança mutua e há que se farejar se há entusiasmo e criatividade acerca do projeto, pois, as organizações são feitas de pessoas e as pessoas não trabalham utilizando somente a técnica e, sim, com uma paixão por fazer acontecer.

A PGBR está há 59 anos fazendo seu trabalho com paixão e entusiasmo, sem deixar cair sua qualidade técnica. Pelo contrário, tem evoluído na direção da inovação, das parcerias estratégicas e desenvolvimento de seus produtos para um patamar técnico elevado. Podemos auxiliar você e sua empresa nas diversas melhorias que precisam ser colocadas em prática. Entre em contato conosco e saiba mais.

Artigo de Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

 

O condomínio ocorre quando existe um domínio de mais de uma pessoa simultaneamente de um determinado bem, ou partes de um bem.

Tecnicamente e segundo a legislação brasileira, temos expressa que a ideia do direito exercido por mais de uma pessoa sobre o mesmo objeto.

No Brasil tem-se o condomínio, quando a mesma coisa pertence a mais de uma pessoa e todas envolvidas têm igual direito, de forma ideal, sobre o todo e cada uma de suas partes.

Sendo assim, o poder jurídico atribuído a todos na sua integralidade. Cada condômino tem assegurada uma fração, ou quota da coisa.

Logo, são muitos os interessados na boa manutenção dos bens e das áreas comuns que o condomínio contém, principalmente aqueles que pagam uma fração igual para custear a manutenção deste.

A eficiência da auditoria em condomínios

A auditoria de condomínios auxilia a gestão do condomínio e dá transparência a todos os interessados, desde condôminos, passando por parceiros, funcionários e instituições financeiras.

Uma auditoria de condomínio começa pela convenção do condomínio e certifica-se de que os termos acordados entre todos esteja sendo cumprido.

Depois disso, parte para o gerenciamento das cotas condominiais, o fluxo de caixa e a consistência dos gastos incorridos.

As despesas que o condomínio possui para garantir a boa manutenção devem ser contratadas de forma responsável levando em conta itens como: cotação de preços, gestão de contratos, registro correto em balancetes contábeis e relatórios financeiros, recolhimento de impostos e contribuições

O compromisso da PGBR com auditoria

O resultado da auditoria será um relatório de eficiência, indicando se a gestão do condomínio e das contas estão ocorrendo de forma eficaz, contendo recomendações pertinentes à melhoria desta gestão.

Também podem ser preparados balanços periódicos para serem apresentados em assembleia e estes serem acompanhados de um parecer de auditoria.

Somos conhecidos há mais de 50 anos por nossa atuação em auditoria externa e interna, e possuímos uma equipe especializada em auditoria de condomínios que conta com diversas particularidades.

Artigo de Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

Segundo dados históricos, a auditoria surgiu primeiramente na Inglaterra por volta do século XIV, ano de 1.314 onde o governo utilizava o exame periódico e sistemático das contas públicas.

Já no Brasil, o surgimento se deu mais significativamente no final da Segunda Guerra Mundial, quando começou com a entrada de multinacionais no Brasil.

Estas empresas já possuíam a cultura da auditoria enraizada internamente, o que facilitou o surgimento de firmas de auditoria, tanto multinacionais, quanto brasileiras, que é o caso da PGBR, que surgiu em 1960.

Um mercado de serviços com 705 anos de existência não escapou de se adaptar aos novos tempos.

Se você é auditor de profissão ou já foi auditado, vai se lembrar das pilhas e pilhas de papel que sempre foram carregadas. Quem não lembra do bloco de 7 ou 14 colunas em que o auditor documentava as suas análises?

Em pleno século 21, já passados quase 20 anos dos tão aguardados anos 2000, a evolução foi grande.

O novo profissional de auditoria

Hoje, quase nenhum papel é gerado no trabalho do auditor, apenas aqueles que devem ser assinados, e para o qual, a assinatura digital ainda não vale.

Para facilitar o trabalho, armazenamento de documentos e segurança da informação, muitas ferramentas foram desenvolvidas para o mercado da auditoria.

Muitas delas são desenvolvidas internamente nas firmas de auditoria, garantindo que a cultura da firma esteja refletida nestas ferramentas, ainda que, claro, estejam em linha com as normas e regulamentações da profissão.

Estas ferramentas são utilizadas, principalmente, para estabelecer a metodologia de auditoria utilizada pela firma para cada tipo de cliente. Facilitando o caminho a ser percorrido pelo auditor em cada trabalho.

Entretanto, existem muitas outras ferramentas, tais como, as de análises comparativas, ou, para definição de materialidade e para a seleção de amostragem automática.

Auditoria 4.0 – A tendência das novas tecnologias

Outras tecnologias, voltadas para a inteligência artificial, permitem, ainda, que contas contábeis ou determinados relatórios sejam 100% analisados através de cruzamento de dados.

Existem algumas que conseguem captar, inclusive, informações externas, como informações públicas, de legislação e alíquotas de imposto ou informações financeiras e cruzar automaticamente com aquelas informações que são geradas internamente.

É um mundo a parte de ferramentas e tecnologias disponíveis para facilitar a vida do auditor.

Muito se fala, inclusive, sobre a substituição do profissional do auditor pela inteligência artificial.

Nós da PGBR, não acreditamos nisso, pois sabemos que as máquinas não podem substituir a ética, o ceticismo e o julgamento profissional que somente o auditor é capaz de trazer para os trabalhos.

Somos conhecidos há mais de 50 anos por nossa atuação em auditoria externa e interna, contamos com ferramentas desenvolvidas internamente e, para a metodologia, armazenamento de documentos e segurança da informação contamos com a plataforma do Office 365 da Microsoft.

Artigo de Jacqueline Rodrigues, sócia Diretora de Desenvolvimento e Novos Mercados da PGBR

Sua empresa já está olhando para 2019?

É comum no início do ano-calendário, as empresas, principalmente nas áreas de controladoria, contabilidade e financeiro, estarem ainda olhando para dados históricos, tais como balanços patrimoniais e demonstração do resultado do ano anterior.

Mas, e o futuro? Quais são as análises, relatórios e medidas que sua empresa toma para olhar adiante? Para que uma empresa esteja preparada para navegar os mares do futuro, é importante que ela tenha um forte planejamento e transforme este planejamento em motivação e ação.

E, quando pensamos em planejamento para o futuro, podemos elencar alguns dos relatórios que mais podem auxiliar nas tomadas de decisão.

  1. Prepare um Orçamento Anual: o orçamento é uma forma da empresa olhar um dado histórico, transformando-o em diretrizes para o futuro. Faz-se uma análise das receitas passadas, a aplicação delas nos custos de produtos ou serviços, dos custos comerciais e de captação e as demais despesas administrativas e operacionais. Feito isso, considera-se um reajuste para os anos seguintes e um aloca-se em forma de orçamento para cada rubrica dos gastos previstos. É claro que, o orçamento não é um relatório estático, ele conta com alterações considerando-se às circunstâncias reais, mas, é uma forma de colocar no papel quais serão os esforços da empresa para o período seguinte.
  2. Relatório Forecast ou Real versus Ajustado: Como mencionado acima, o orçamento é um relatório que precisa ser acompanhado periodicamente, e isto o transforma em Relatório Forecast, onde são avaliados o valor orçado, ou previsão inicial, valor realizado e a previsão ajustada:
  • Previsão Inicial: A previsão inicial é o seu budget, onde conterá todas as informações financeiras do seu planejamento orçamentário inicial.
  • Realizado: Realizado ocorre quando um mês já foi efetivado, com isso ao invés de demonstrar as informações de previsões você já possuirá as informações financeiras que realmente aconteceram na sua empresa.
  • Previsão ajustada: A previsão ajustada será o seu Forecast, onde será demonstrado as informações das revisões que você realizou no seu orçamento.
  1. Relatório de Satisfação do Cliente: Outro relatório importante, é o de satisfação do cliente. Este, não é muito popular, mas, deve entrar na sua lista de implementações para os próximos anos. O maior termômetro de que suas tomadas de decisão estão refletindo em seus negócios, é a satisfação do cliente. Com ele, é possível detectar falhas em processos e prever se as vendas irão se manter, cair ou aumentar.

Por fim, o mais importante, é engajar toda a empresa a este planejamento. Para que isso aconteça, é importante envolver os colaboradores, na medida do possível, aos processos de planejamento, investir em endomarketing (marketing interno) tratando das diretrizes que serão tomadas, dos valores da empresa e das perspectivas para o Futuro.

Uma empresa equilibrada é aquela que valoriza seus dados contínuos, preza pelas informações históricas e as transforma em decisões e motivação para o futuro.

A PGBR pode auxiliar a sua empresa através dos serviços de auditoria externa, para solidificar os dados históricos e prever soluções ao longo do processo que impactarão nas decisões para o futuro.

 

Atualmente, as empresas estão cada vez mais alocando os seus recursos financeiros e operacionais e sua energia no foco de seus negócios. As atividades administrativas, principalmente do departamento contábil, estão sendo alocadas com empresas especialistas de forma terceirizada. Abaixo elencamos 05 dicas para que sua empresa possa contar com o Outsourcing Contábil de forma organizada e que atenda suas necessidades com responsabilidade e resultado:

  1. Pesquise sobre o escritório contábil que irá contratar – Certifique-se através do Órgão Regulador da profissão contábil, o CFC (Conselho Federal de Contabilidade) e CRC (Conselho Regional de Contabilidade), se o escritório está habilitado para prestar este serviço, bem como se os profissionais por ele utilizados possuem a experiência e habilitações necessárias.

 

  1. Conheça as ferramentas que o escritório utiliza – A informação contábil é valiosa e deve ser registrada, gerida e armazenada de forma segura e em ambientes seguros de tecnologia da informação. Verifique se há política de armazenamento de informações, se são previstos back-ups, se o sistema ERP utilizado é uma ferramenta de ponta, que esteja atualizada e eficiente. Entenda se é possível realizar uma Interface direta de informações financeiras e operacionais de dentro da empresa para o sistema contábil.

 

  1. Fique atento às obrigações e atividades que serão geradas pelo departamento contábil – Ainda que, ao decidir por contratar uma empresa terceirizada se dê pelo fato de que as obrigações e responsabilidades estarão sendo repassadas à um terceiro, lembre-se que as informações contábeis são da empresa e a obrigatoriedade de entrega de obrigações e consistência das informações, também é. É necessário que sejam bem definidos os parâmetros de interação entre os departamentos internos da empresa que geram informações à contabilidade e que esses conheçam exatamente os prazos e tipos de informações que precisam ser geradas, a fim de não ocorrerem atrasos na entrega de obrigações ou falta de informações importantes.

 

  1. Crie um Check-List de atividades e cobre os resultados – O comitê executivo e de gestão da empresa deve indicar uma pessoa interna responsável pela interface de informações da empresa com o prestador de serviços de Outsourcing Contábil. Para isso, seria importante que essa pessoa possua um check-list de atividades e entregas que devem ser realizadas pelo departamento contábil, bem como, deve receber periodicamente os relatórios, informações contábeis, balancetes de verificação, razões contábeis, conciliações e etc., em tempo hábil para análise. Também é importante receber o comprovante de entrega de obrigações para certificar-se de que a contabilidade está exercendo toda a sua responsabilidade e entrega de informações e obrigações dentro do prazo.

 

  1. Tenha confiança e empatia – Por fim, é importante que o comitê executivo e, em reflexo, as pessoaschave da empresa, que trabalharão em conjunto com o Outsourcing Contábil, tenham confiança, empatia e cooperação mútuos para que a relação funcione e traga benefícios para a empresa em forma de eficiência, responsabilidade e entrega de resultados.

 

A PGBR, conhecida há mais de 50 anos por sua atuação em auditoria externa e interna, conta agora com uma equipe de Outsourcing Contábil de qualidade. Profissionais que atuam com contabilidade há mais de 25 anos e que estruturaram uma equipe “Prime” para atender a clientes de pequenas e médias empresas e entidades de grande porte de todos os segmentos, contando com sistemas ERP Contábil de ponta, conhecimento profundo de legislação, regulamentação societária, tributária, contábil, atendimento personalizado e rigoroso aos prazos, de forma a trazer eficiência e segurança ao seu negócio.

 

Você considera sua empresa segura? Reflita um momento antes de responder, pois atualmente existem várias maneiras de uma organização perder dinheiro e os gestores nem ficarem sabendo. As fraudes podem ser desde desvios financeiros até gastos irregulares com transporte. Além do prejuízo financeiro, a empresa deixa de ganhar em vantagem competitiva, pois seus controles internos são claramente falhos.

As companhias e empresas que são auditadas, seja por obrigatoriedade regulatória, ou por decisão administrativa, já diminuem, com essa decisão, a incidência de fraudes em seus negócios. Mas, isso não evita que isto possa acontecer. Existem fraudes que são arquitetadas para acontecer de forma livre de detecção pela auditoria.

Desta forma, listamos alguns itens que podem ajudar a evitar as fraudes em Auditoria:

– Contrate um Auditor registrado na CVM e que possua o CNAI (Cadastro Nacional do Auditor Independente): um Auditor experiente e reconhecido no mercado está preparado para realizar a Auditoria atendendo à todas as Normas Profissionais e de Órgãos Reguladores, bem como, possui vasta experiência de mercado para entender e atender sua empresa de forma a prever os indícios de fraude.

– Escolha e treine bem a sua equipe interna: os procedimentos e tarefas que resultam em números de Demonstrações Financeiras são delicadas e devem ser executadas por profissionais qualificados. O Departamento de Contabilidade e Financeiro, principais responsáveis prela preparação dos números e atendimento à Auditoria precisam contar com profissionais formados nas profissões de Contador e Administrador e estar em constante aprimoramento e atualização das Normas e Legislação.

– Envolva a Administração em todo o processo da Auditoria: Se possível, forme um Comitê de Auditoria que acompanhe o trabalho do Auditor e seja composto por profissionais da Alta Administração e por aqueles que respondem pelos Departamentos Financeiro e da Contabilidade, bem como, um sócio responsável pelo trabalho da Auditoria por parte da Firma contratada.

É certo que a Auditoria não pode garantir a não ocorrência de erros e fraudes nas Demonstrações Financeiras de uma empresa. Mas, se todos os profissionais envolvidos forem capacitados, treinados e estiverem todos envolvidos de forma ética e engajada no processo de preparação das Demonstrações Financeiras e de Auditoria, os riscos de que a ocorrência de fraude diminua ou de que sua detecção tempestiva aconteça aumentam significativamente.

Quer entender mais como funciona o processo de auditoria?

Fale conosco, clicando aqui.

Você sabia que três em cada dez pequenas empresas brasileiras fecham as portas com apenas dois anos de atividade? Segundo dados do Sebrae, as empresas culpam a falta de clientes, a alta carga tributária, ausência de capital de giro e problemas pessoais, como brigas entre os sócios, pela falência.

Quem é empreendedor sabe que não existe fórmula mágica para um negócio dar certo. Os empresários que sobrevivem aos primeiros e mais turbulentos anos do negócio apontam a capacidade empreendedora, a logística operacional e as habilidades gerenciais como fatores primordiais para o sucesso.

Descontrole no planejamento, nas contas, no atendimento, na equipe e no próprio equilíbrio emocional do empreendedor: a má gestão do negócio pode gerar todos esses problemas dentro da sua empresa. A principal razão para esse erro não é falta de entusiasmo, mas sim de conhecimento.

Separamos alguns dos erros mais comuns nesse início turbulento, acompanhe:

– Não definir metas e objetivos claros: muitos negócios começam sem que seus empreendedores decidam quais são os objetivos e metas daquele negócio. Quando há objetivo definido, é mais fácil manter o foco e tomar decisões conscientes.

– Não envolver a equipe em tomada de decisões: uma empresa é feita por pessoas, ainda que você venda um produto, ou preste um serviço, são as pessoas que estão por trás da cadeia produtiva que dão alma àquele negócio. Se você centraliza todas as decisões, é porque não confia em sua equipe. Se não confia em sua equipe, então, por que está trabalhando com essas pessoas? Ou, será que não é hora de entender o porquê dessa centralização e melhorar este aspecto em si mesmo?

– Criar controles sem entender os processos: muitos empreendedores possuem uma ideia brilhante e sabem exatamente como as colocar em prática, mas, esquecem que, por trás do negócio, para que ele seja seguro e rentável, é necessário que existam processos administrativos e financeiros bem definidos e controlados. Uma só pessoa não consegue ter o viés criativo e administrativo ao mesmo tempo. Abra um negócio com um sócio que entenda da parte administrativa, ou contrate uma consultoria que lhe ajude a definir os principais processos do seu negócio.

– Não planejar: a falta de planejamento pode causar desperdício de recursos, tanto em tempo, como em dinheiro. Possuir um planejamento de longo prazo com relação aos rendimentos, investimentos e custos do negócio através de ferramentas como Budget, Fluxo de Caixa e Previsões é importante para manter o negócio no caminho de suas metas;

– Crie um negócio que tenha um propósito além do lucro: quando há um propósito que engrandeça de alguma forma a comunidade e que esteja pautado em valores fortes de ética e transformação da vida das pessoas, a chance de sucesso pode aumentar significativamente, já que mais pessoas estarão torcendo e ajudando a fazer acontecer a sustentabilidade deste negócio.

Gostou das dicas? Nós, da PGBR, podemos fazer muito pelo seu negócio. Vamos marcar um café e bater um papo?

Fale conosco, clicando aqui.