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Quando uma empresa, seja ela do middle market ou de grande porte, possui em sua estrutura um departamento de Auditoria Interna bem estruturado, além de garantir que os processos e controles estejam sendo monitorados, testados, revisitados e melhorados, também garante que a cultura de valor e atenção à controles internos consistentes e eficazes seja disseminada em diversos níveis da companhia.

Evitar riscos é uma preocupação em toda empresa, certo? Prever e antecipar esses riscos, portanto, é uma forma de manter intacta as estratégias da organização para que os resultados finais não sejam impactados. Ou seja, a auditoria é aplicada em diversos âmbitos de negócio, pois qualquer área oferece riscos quando há processos mal desenvolvidos.

Um dos pontos que mais corrobora com essa ideia é o fato de que a área está diretamente ligada, em termos de organograma, à alta administração (presidência, governança e donos do negócio). E esse fato faz com que a Auditoria Interna, no momento em que estiver transitando pelos controles internos, possa alinhar os mesmos às expectativas e, principalmente, a conduta destes executivos.

Desta forma, todas as pessoas envolvidas com a empresa, se sentirão seguros de que a alta administração está atenta e zelosa à todas as transações, processos e cenários envolvidos na companhia – gerando em todos uma cultura de controle, de ética, transparência e identificação antecipada de riscos.

Nós, da PGBR, trabalhamos com a terceirização de todo o departamento de Auditoria Interna, ou, ainda, com a alocação de profissionais para a realização dos testes desenhados pela companhia. Além disso, contamos ainda com trabalhos pontuais para análise e redesenho dos processos e controles internos existentes comparados às melhores práticas do mercado.

Em um momento onde a ética e a transparência são exigências fortes de toda a comunidade, disseminar esta cultura nas empresas, através da criação do departamento de Auditoria Interna, pode ser uma boa forma de contribuir para a evolução destes valores.

Isso porque a identificação de impropriedades, erros, fraudes e ilegalidades em linhas gerais exigem providências imediatas por parte da gestão, e essa identificação depende sempre de uma equipe de auditoria eficiente.

Como a sua empresa enxerga a importância da auditoria interna?

Os canais digitais estão sob a mira do agente mais importante da cadeia: o usuário. Ou seja, qualquer falha pode ter consequências graves de imagem institucional. E uma vez propagado nas redes, para reverter a situação, será necessário muito esforço e investimento.

Isso porque está cada vez mais comum o uso de ferramentas digitais para disseminação de informação. Já é uma realidade que as empresas e instituições criaram um canal de comunicação por meio de redes sociais e ferramentas de troca de mensagens, como WhatsApp, SMS e outros meios semelhantes.
Neste âmbito, uma empresa de auditoria pode auxiliar a empresa que está contratando este serviço, seja diretamente dos prestadores de serviços de disparos ou através de intermediários como agências de propaganda e marketing.

A ideia é assegurar que o processo todo está acontecendo de forma idônea, em relação ao conteúdo disparado, que a base de dados será/foi atingida e se realmente aquelas pessoas foram impactadas da forma esperada. Bem como, com relação ao contrato, se o briefing de campanha e todo processo envolvido nestes disparos, foi seguido à risca.

O Relatório de Auditoria de Asseguração gera mais transparência, segurança e confiabilidade ao processo de disparo de conteúdo e mensagem.

Quer saber como funciona a auditoria de mídias digitais e quais os tipos de campanhas podem ser auditadas? Basta ligar para os especialistas em auditoria de Marketing Digital da PGBR, pioneira no mercado nacional em auditoria independente de mídias digitais.

Milton Rodrigues, presidente da PGBR, recebe Certificado de Reconhecimento de sua contribuição com a PrimeGlobal em Conferência Latin America da PrimeGlobal no Peru

O presidente da PGBR, Milton Rodrigues recebeu um Certificado de Reconhecimento de sua contribuição com a PrimeGlobal na Conferência Latin America da PrimeGlobal, que aconteceu agora em outubro no Peru. O profissional mencionou que atribui tal reconhecimento a seu time de colaboradores e a seus clientes e parceiros: “É gratificante que nosso trabalho e atuação sejam reconhecidos. A PrimeGlobal, por essência, é troca, reconhecimento e expansão, e, nós da PGBR acrescentamos a tudo isso o entusiasmo brasileiro, o que só é possível com o time que tenho e com os clientes e parceiros que se identificam conosco. Esse reconhecimento é de todos nós pela diferença que fazemos no dia-a-dia uns dos outros”.

Milton também participou do Painel sobre o fomento de conexões pessoais e a importância do relacionamento de amizade no ambiente de trabalho com um dos palestrantes convidados.

Profissionais do mundo todo prestigiaram o evento e puderam se beneficiar das trocas de experiência, conteúdo técnico e motivacional.

É importante sempre termos em mente, quando tratamos de eSocial, a tríade “Processos, Pessoas e Tecnologia” em qualquer implementação ou atualização que formos fazer. A PGBR atua na Auditoria de Recursos Humanos e adequação do eSocial considerando estes três pilares.

No caso de “Processos”, a PGBR verifica se as regras trabalhistas, utilizadas pela empresa, estão em consonância com a legislação, seja pela aplicabilidade ou pelos prazos a serem seguidos. E, então, avaliamos cada segmento do layout do eSocial aplicável à empresa.

Já em “Pessoas”, verificamos se os colaboradores estão cientes de procedimentos da obrigação, em relação a prazos, formatação das informações a serem enviadas e correta utilização do sistema (ERP) para geração dos dados. Também avaliamos se todos os funcionários da empresa estão cientes de como o eSocial vai impactar em sua rotina de relacionamento com a companhia.

Por fim, quando analisamos a “Tecnologia” avaliamos se o sistema está devidamente atualizado em relação ao último MOS do eSocial, se possui mensageria, relatórios de suporte para analisar os resultados dos arquivos enviados, se existe interface com outros sistemas etc.

Além disso, como a EFD Reinf tem uma relação direta com o eSocial, também levantamos se o projeto atual contempla esta nova obrigação.

Desta forma, cobrimos todos os impactos relacionados ao e-social e auxiliamos a sua empresa a fazer uma implementação e atualização seguras e confiáveis.

Fale conosco.

Há sempre uma dúvida quanto a se uma profissão baseada em normas também pode sofrer grandes transformações. A Auditoria é uma das mais comentadas delas: Será que pode transformar e evoluir? Será que com as novas tecnologias, esta profissão irá acabar?

Novas formas de economia, novas formas de transações e novas tecnologias: tudo isso pode impactar, inclusive, na revisão e formulação de novas normas, mas, mais ainda, impacta nos objetos a serem auditados. Informações em tempo real, precisam de mais transparência e confiabilidade. Fontes de informação se ampliaram muito. E, todo objeto, toda informação, pode ser auditável.

As empresas de Auditoria que estiverem alinhadas às transformações e participarem ativamente na atualização das normas à novas realidades, estarão à frente nesta evolução e transformação da profissão.

A transformação acontece no fornecimento a seus clientes e ao mercado, de novos produtos, novas formas mais eficazes de realizar o trabalho em campo e o uso de tecnologia nos engagements de Auditoria.

Todas estas transformações podem ser colocadas em prática, sempre pautadas na experiência e vivência dos profissionais de auditoria que estejam atualizados e abertos às novidades. Com certeza, a Auditoria também, é uma profissão em plena evolução.

O mundo em constante transformação tem apresentado novas formas de se relacionarem as pessoas, as empresas e o capital produzido. Desta forma, temos ouvido novos termos de negócios surgindo. Mas, o que é Economia Criativa e Economia Colaborativa e suas principais diferenças e convergências?

Economia Criativa – Ciclo de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usa a criatividade e o capital intelectual como matéria-prima, sendo a criatividade e a inovação as grandes riquezas, aliados à tecnologia. Setor em evolução, contribuindo para a geração de renda e criação de empregos.

Economia Colaborativa – Mudanças de padrões/comportamentos mercantis, lançando mão de melhorias em compartilhamento, trazendo a ideia de que o acesso é mais importante do que a posse.

A ligação entre as duas traz benefícios muito concretos, pois na economia criativa temos uma valorização do ser humano, seu potencial criativo e suas realizações, gerando valores intangíveis, como cultura e conhecimento, valorizando o empreendedorismo, inspirando empresas tradicionais a repensar a forma de trabalho, compartilhando seus patrimônios tangíveis – espaços, equipamentos e materiais.  O resultado é a abundância de valores não apenas monetários, mas também culturais, ambientais e sociais, o que só agrega a melhoria da sociedade.

Na convergência entre Economia Criativa e Economia Colaborativa, temos grandes exemplos concretos de transformação, tais como o Uber e Airbnb, que transformaram a forma das pessoas encararem tanto os seus, como os bens materiais dos outros, a forma de se locomover e de morar/se hospedar.

Como já sabemos, a transparência das empresas está cada dia sendo mais requisitada, e um bom modelo de Governança Corporativa associada a um compliance eficaz gera maior credibilidade às empresas.

Mas e como está o relacionamento de sua empresa com os stakeholders? Uma empresa preocupada com a qualidade de relacionamento e suas expectativas relativamente às pessoas ou grupo com interesses em suas negociações, demonstra o quanto ela está engajada em questões como Responsabilidade Social, Alavancagem de Capital Intelectual, Sustentabilidade, entre outros, ajudam na boa imagem da empresa no mercado.

Dessa forma, adotar políticas de transparência, prestando contas sobre os investimentos que a organização faz e as suas perspectivas, informando sempre o mais próximo da realidade é sem dúvida muito importante.

Nesse aspecto, a atuação da auditoria externa é de grande relevância, pois assegura a integridade das informações, gerando relatórios informativos e esclarecedores avaliados e acreditados por uma Firma Independente, gerando maior confiabilidade. E o trabalho do

Auditor, pode ir além da emissão de opinião.

Este profissional, com sua vivência representada em diversos segmentos e ambientes de negócios, pode trazer às empresas uma visão ampla das transações, das expectativas de mercado e melhores práticas.

Suas ferramentas de ERP e CRM estão trazendo redução de custos e gerando novos leads?

Vamos iniciar entendendo a diferença entre os sistemas. A sigla CRM significa Customer Relationship Management e consiste em um sistema de gestão de relacionamento com os clientes, enquanto que ERP corresponde a Enterprise Resource Planning e se baseia em soluções informatizadas de gestão de processos organizacionais, especialmente processos financeiros.

Podemos verificar que as finalidades do CRM e do ERP são distintas. Enquanto o CRM trata dos processos comerciais a fim de melhorar o relacionamento com os clientes, o ERP trata de otimizar os processos operacionais da empresa, visando eficiência, produtividade e redução de custos. Ambas soluções trazem diversos benefícios para qualquer empresa.

Preservando as características particulares de cada sistema, é importante considerar alguns requisitos básicos que devem ser observados ao escolher uma plataforma de gestão para sua empresa e que fará muita diferença depois de implementada, tais como: Reputação do Fornecedor, Funcionalidades, Custo x Benefícios e principalmente Suporte.

Nesse sentido, antes de implementar um sistema CRM, é fundamental que a empresa invista primeiramente na cultura de relacionamento com o cliente, treinando sua equipe e preparando-a para oferecer o melhor atendimento. Na sequência, vem o investimento sistêmico, que digitaliza essa cultura, facilitando a vida do time em diversos aspectos, como: Organização de Processos, Maior produtividade, Compreensão da jornada do consumidor, Alinhamento com o Marketing, Automatização de relacionamentos e Registro histórico dos clientes.

O CRM deve ir de encontro às necessidades de seu negócio, pois fornece todas as ferramentas para que sua empresa faça o registro e acompanhamento de cada diálogo com o cliente, formando sua base de conhecimento prático e teórico sobre eles. O CRM trará um novo formato de trabalho para sua equipe, visando aumentar a capacidade de articulação do seu time comercial na prospecção e conversão de leads, automatização de marketing e compreensão das demandas do cliente, fortalecendo seu poder de gestão e controle sobre as oportunidades de negócios, garantindo a sustentabilidade da empresa.

O intuito do ERP é conectar os fluxos de informações da empresa de modo que todas as áreas sejam alimentadas com informações estratégicas ao mesmo tempo, reduzindo esforços no que tange ao compartilhamento de dados e tornando a empresa mais ágil na tomada de decisão.

Por sua vez, o ERP agrega na integração do conhecimento organizacional, redução de custos, produtividade, alinhamento estratégico e análise de dados. O ERP estrutura, padroniza e otimiza os processos, melhorando o relacionamento com seus leads e clientes, criando o ambiente propício para manter esses relacionamentos por mais tempo. Usar um sistema ERP baseado em nuvem dilui os gastos e eleva a flexibilidade para expandir ou enxuga-los conforme a necessidade da empresa.

A integração entre esses dois sistemas permite agilizar ainda mais o fluxo de informações da sua empresa, melhorando a performance e a qualidade do trabalho realizado ou serviço prestado. Também facilita a gestão da empresa como um todo, pois os dados e indicadores de desempenho de toda operação podem ser compartilhados com a gestão estratégica, possibilitando um acompanhamento mais criterioso em relação às metas da empresa. Essa simultaneidade gera um ganho em produtividade muito grande, já que não há atrasos e desperdícios de tempo, e as pessoas têm acesso às informações em tempo real.

Trata-se de uma prestação de contas ao fisco, um custo adicional ou uma agregação de valor a gestão empresarial?

Antes de explorar o tema, é importante entender inicialmente os dois tipos de Auditoria Independente e o papel de cada uma delas: Auditoria Externa e Auditoria Interna.

A Auditoria Interna, é formada por funcionários da empresa (ou terceirizados por ela) com a função de apoiar, de forma independente à Administração no cumprimento dos objetivos da companhia, a partir da aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de gerenciamento de riscos, controle e governança. Sua missão é aumentar e proteger o valor organizacional, fornecendo avaliação, assessoria, conhecimento e objetivos baseados em riscos.

Auditoria Externa, uma firma independente, tem como principal objetivo garantir aos sócios/acionistas, proprietários e todos os demais interessados (steakholders) a confiança nas suas demonstrações financeiras e se estas representam adequadamente a posição financeira e patrimonial da companhia auditada.

Ambas são independentes e estão subordinadas a normas e exigências legais, dependendo do tipo e tamanho da companhia. Como, por exemplo, na auditoria externa, com as determinações legais das Leis 6404, que estabelece que companhias abertas devam ser auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários; e 11.638, que estabelece que as empresas de grande porte devam ser auditadas por auditores externos, assim como as empresas sem fins lucrativos. E, as normas do Banco Central do Brasil, que também determinam que as instituições financeiras sejam auditadas por auditoria externa.

A norma de auditoria externa, prevê que não se audita todas as empresas do mesmo jeito, logo, quanto melhor o sistema de compliance, com rigorosos controles internos e excelente estrutura de auditoria interna, o trabalho do auditor independente é feito de uma forma. Se ele está em uma empresa que não tem uma governança razoável, o trabalho vai acontecer de outra forma.

Considerando a afirmação acima, quanto melhor o sistema de governança, apoiado pela auditoria interna na avaliação e gestão dos riscos empresariais, desenvolvimento de controles e atividades que mitiguem os riscos e, posterior monitoramento e avaliações periódicas do ambiente de controle, maior a garantia dos resultados, tanto financeiro para seus sócios e acionistas, quanto para a transparência das demonstrações contábeis e financeiras da companhia.

Além do mencionado acima, não podemos deixar de citar o momento atual do nosso país, com inúmeras investigações de corrupção e escândalos de conduta anti-ética. Mais uma vez vemos a importância dos dois segmentos, através de busca clara de melhoria e eficiência das organizações e a confirmação da fidelidade das informações apresentadas. Tais atividades assumem extrema importância para processo de transparência das instituições públicas e privadas.

Apesar de muito utilizada na análise de compra de uma empresa, indispensável à concretização do negócio, ela também é realizada para averiguar a viabilidade de novos negócios, desenvolvimento de novos produtos e parcerias. Ou seja, a Due Diligence pode ser uma excelente ferramenta de avaliação interna.

Dessa forma, a Due Diligence não somente prepara a empresa para um processo de negociação, como traz à Governança uma visão externa dos negócios, antecipando possíveis problemas e ajudando em suas soluções.

Como essas análises são bem específicas, o auditor tem papel relevante no processo, pois o mesmo requer conhecimento técnico, atuação ética e imparcial e atributos que fazem parte do dia-a-dia desse profissional.